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Durante um concerto em que o lendário maestro Sergiu Celibidache regia o Réquiem de Gabriel Fauré, um jovem pianista teve uma revelação. Ficou impressionado com o poder daquela música, com seu caráter sombrio. E resolveu que o compositor faria parte de seus planos como intérprete. É o próprio Michael Endres quem conta a história. Professor em instituições como a Hochschule de Colônia e a Hochschule Hanns Eisler de Berlim, ele explica os motivos que o levaram a gravar as 13 barcarolas, obras pouco conhecidas de Fauré, compositor que ajudou a mudar o cenário da música francesa entre os anos 1870 e 1920. Para Endres, as barcarolas, escritas entre 1880 e 1921, servem como guia da evolução musical do compositor. Mas não só. As peças se tornam mais introspectivas, sóbrias (e sombrias) com o passar do tempo, oferecendo um olhar fascinante sobre como a personalidade musical de Fauré se transforma. Se sua música de câmara, assim como seu Réquiem, o inseriram no grande repertório, é a opinião de Endres que a música para piano merece tratamento igual. Ouvindo sua interpretação, é impossível discordar.
Detalhes / Referência
Gabriel Fauré (1845-1924)
13 Barcarolles
Michael Endres, piano
13 Barcarolles
Michael Endres, piano
Ficha Técnica
| Tipo de Produto | CD |
| Selo/Editora | OEHMS Classics |
| Número de Catálogo/ISBN | 4260034864665 |
| Procedência | |
| Peso do Item | |
| Data gravação | 2018 |
| Data de lançamento | 2018 |
| Video - comentário | https://www.youtube.com/watch?v=bMlYOkJPkYY |

